"Quer ajudar a mudar o mundo, arruma a tua gaveta..."

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Ave, ave oh Senhora da Berlinda!!


É outubro e para um povo no Norte do país (Belém-Pará), é vivido e sentido o Círio de Nossa Senhora de Nazaré.

Formado por uma soma de momentos: inicia com a missa em que se apresenta o novo cartaz do Círio, daí vem novenas nas casas, as lojas arrumam sua vitrine com abjetos do Círio; o inicio do arraial; eis que a Imagem peregrina faz visitas nas repartições publicas e privadas da cidade; inicia a chegada das pessoas que vem andando de outras cidades; a romaria dos carros; o auto do Círio; o Círio Fluvial; o arrastão do pavulagem; a descida da imagem original; a missa onde é mostrado o manto que N.S de Nazaré Usara no Domingo; a moto Romaria; a transladação; a festa da xiquita; Teatro, Feira do Miriti; o Círio (momento mais marcante), o almoço do Círio; Círio das Crianças; a corrida do Círio e o Re- círio, etc. No intervalo de tudo isso tem as pessoas arrumando suas casas para recebe amigos e parentes que vem de longe (seja de cidades vizinhas, de outros Estados ou até de outros países), enfim tem muita coisa em torno dessa GRANDE festa.


Escrevendo assim parece simples... Mas viver isso é mágico! Em cada rosto uma expressão de amor, carinho e Fé. Tudo pela Virgem de Nazaré.

Pagadores de promessas vêm às ruas de Belém sem a menor vergonha de fazer u

m sacrifício a Nossa Senhora, são homens, mulheres, crianças e adultos todos numa sintonia de agradecimento as graças Alcançadas.





“Ave, Ave ó Senhora da Berlinda

Ave Maria este é meu grito de fé

Ave, Ave, Deus te fez a flor mais linda
Ave, Ave Ma
ria, Senhora de Nazaré..”






Não estranhe se de repente tu passar por um empurra, empurra... Deve ser a corda passando... Nesse momento ao fundo deve esta se aproximando a Nossa senhora em sua berlinda. Linda! E não é a imagem, propriamente dita, que nos encanta é a magia que vem nela, eis que vem Graças passando é momento de falar com Ela, agradecer, pedir, chorar, sorrir, levantar os braços... Faça o que seu coração mandar.








Feliz Círio!!!!!!!

Verônica de Nazaré

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O casamento da minha melhor amiga






Sou uma pessoa abençoada, pois tenho ótimos amigos, mas a Alessandra tem algo de especial. Temos muitas histórias juntas, somos cúmplices em inúmeros acontecimentos, vivemos momentos únicos e inesquecíveis. Nos conhecemos em 1987 em nosso primeiro dia de aula da vida... Não me lembro como foi a primeira conversa afinal éramos novinhas demais( tínhamos de 3 para 4 anos),só sei que quando dei por mim já passávamos tardes na casa uma da outra, já trocávamos confidencias, já dávamos gargalhadas juntas... Nossa GRANDE amizade passou à infância, à adolescência e agora esta na vida adulta. Como? Não faço a menor idéia!!! Só sei que não lembro de mim sem a Alessandra.

Como não basta ser madrinha tem que participar... mesmo morando em outra cidade e com uma pouca convivência com o noivo, eu procurei ser bem presente e estar ao lado da minha amiga durante os preparativos do casamento e isso foi primoroso. Se emocionando e rindo juntas na escolha do vestido, do enfeite do cabelo, nas idas ao comercio em busca das bolinhas de sabão, do sapinho, etc. Eu morrendo de ciúmes da madrinha do noivo que sempre estava por perto... hahahahaha...

Me senti como quem caminha em busca de um premio quando entrei na igreja como Madrinha do casamento da Alessandra...

De repente: TAM-TAM-TAMTAMTAMTAM... eis que entra a minha amiga, linda com um sorriso que só vendo... e eu fiquei ali sem conseguir fazer nada a não ser curti o momento e conter uma lágrima(zinha) foi inevitável...


Ver sua melhor amiga casando é uma mistura de todos os sentimentos. Por quê?
Porque é um pedacinho seu e fazer parte de tudo isso é algo totalmente indescritível.

Temos uma cumplicidade muito preciosa e a Alessandra sabe que lhe desejo o que existe de melhor no mundo e que por ela eu sou capaz de mover tudo que me for possível e que dizer que a amo às vezes me parece pouco.

Beijos Ale foi um casamento lindo!!


Verônica Alencar

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Um pequenino olhar sobre FRIDA KHALO


A Frida, como muitas outras coisas boas que conheço me foi apresentada pela minha rima...(Mazane) e foi apaixonante... (como muitas outras coisas apresentadas por elas). E por julho ser um mês dedicado a Frida, resolvi externar o meu pequenino olhar a respeito dessa brilhante artista mexicana.

Uma pintora mexicana que tem em seu trabalho muitos auto-retratos, com um estilo característico do México. Frida aos 18 anos sofreu um grave acidente o que a levou começar a pintar durante a recuperação.

Quando penso em Frida me vem rapidamente à mente CORES, muitas cores, a imagem de uma mulher muito a frente de seu tempo que conseguiu fazer de uma vida marcada por tanto sofrimento algo belo e colorido.

Com apenas 13 anos, Frida fez parte da juventude comunista. A Revolução Mexicana buscou implantar mudanças fundamentais na estrutura social do México. Frida se identificou com a Revolução Mexicana, 1910-1920, de maneira tão viva que ela dizia ter nascido em 1910. Assim como ela, o México estava num momento de reconstrução de sua identidade.


Aos 16 anos, incentivada pelo pai, e com o não consentimento de sua mãe, ingressou na Escola Preparatória Nacional, na qual havia um total de dois mil alunos, sendo apenas trinta e cinco moças. Era um estabelecimento pós-secundário de propriedade do Estado, que seguia um programa de estudo tendo em mente o ingresso na faculdade de medicina. Era os planos de Frida e de seu pai, tornar-se médica. Frida era muito inteligente e danada, por isso manteve uma notoriedade na escola. Foi nessa época que surgiu o seu interesse pela política. E foi nesta escola, que conheceu sua primeira paixão, Alejandro Gómez Arias. Neste período, ela participava ativamente do movimento estudantil e fazia parte de um grupo chamado Os Cachuchas, composto por sete rapazes e duas moças. Onde é interessante lembrar que todos se tornaram profissionais destacados no México.

Foi nesta escola, que ela conheceu Diego Rivera, o qual me permito não fazer referencias vou apenas transcrever algo dito pela própria Frida:

houve dois grandes acidentes na minha vida: o bonde e você. Você sem dúvida foi o pior deles.


''Amputaram-me a perna há 6 meses, deram-me séculos de tortura e há momentos em que quase perco a razão. Continuo a querer me matar. O Diego é que me impede de o fazer, pois a minha vaidade faz-me pensar que sentiria a minha falta. Ele disse-me isso e eu acreditei. Mas nunca sofri tanto em toda a minha vida. Vou esperar mais um pouco... ''


Dona de uma obra marcada pelo exagero. Exagero de cor e dor, de alegria e de agonia inerente a mulher. A ficção e realidade caminham de mãos dadas, em um mundo de cores, muitas cores, tonalidades capazes de transformar a dor em algo belo.


Frida morreu na madrugada de 13 de julho de 1954 em decorrência de uma embolia pulmonar. Deixa-nos além de um legado de obras que impressiona o mundo, uma história de vida marcada por paixões e cores.



Verônica Alencar



quinta-feira, 15 de julho de 2010

Estou de Volta...


Mazane e Mônica estou de volta!!!!!!!!

Longe de escrever tão bem quanto vocês... que escrevem “a la Martha Medeiros”...

Vocês são as mulheres mais modernas que conheço... Um dia chego lá... Ou quem sabe eu ache que é muita modernidade para mim, uma administradora e quase advogada por formação, empregada paraestatal, vinda do interior do Estado do Pará, filha caçula, ciumenta, vaidosa, mandona, geminiana (detalhe não acredito em horóscopo...), amante de Chico, legião, Maria Bethania, filme nacional, etc. Movida a bolo de chocolate e coca-cola zero ou qualquer coisa bem calórica (“será que tudo que eu gosto é ilegal, imoral ou engorda???...”).Essa sou eu amiga,exagerada,emotiva,que arruma a vida de todo mundo exceto a própria... hahahaha

Tô de volta!!!!!!!!

Beijos!


Verônica Alencar